Dos meus algozes vou sorrir
Por que a desgraça deles há por vir
Não porque eu esteja a pedir
Mas porque o próprio orbe
Faz os maldosos carpir
Não vou ficar desejando nem pedindo
Aos meus inimigos fraquejar
Suportarei o meu estertor
E de forma contrária
Distribuirei simpatia e amor
Pois é a minha Panaceia
A força superior
Às vezes me torna difícil acreditar
Que pessoas gostam de xeretar
Com o único intuito
A maldade praticar
Um ser iníquo que age com prazer
Parecendo esquecer
Que a vida é um somatório
E essa equação todos vão ter que resolver.